Moda e música

Taylor_Swift_3,_2012

Não há moda sem música nem música sem moda. Cada uma destas indústrias influencia a outra e muitas vezes em conjunto influenciam as tendências a seguir.

Em qualquer passagem de modelos há música tocando e esta não é escolhida ao acaso, mas sim de forma a se conseguir o ambiente e disposição desejados pelo criador. Nas lojas de roupa, apesar de ser mais discreta, costuma ter também música no “background”; música esta que induz um certo estado de espírito e transmite uma imagem de marca.

E o que dizer das modas iniciadas pelos artistas mais famosos? Temos por exemplo os casos extremos de David Bowie e Madonna. O primeiro, conhecido como “O Camaleão” pelas suas constantes e arrojadas mudanças de visual, chocava o público com as roupas, penteados e pinturas que usava. Já Madonna conseguiu ter mais de 200 looks diferentes ao longo da carreira.

Se estes dois casos não provocaram uma grande onda de seguidores do visual, já Elvis Presley e a sua poupa ou os Beatles com as suas mudanças de visual – desde as arrumadinhas franjas ao look hippie – conseguiram a proeza de mudar a aparência dos jovens (principalmente) de muitos países por todo o mundo.

Hoje, como no tempo em que os Beatles revolucionavam a música e a moda, os jovens olham para os seus ídolos da música e querem ser como eles. Tentam imitar os penteados, as tatuagens, a forma de vestir e até de falar. Temos exemplos mais antigos como James Dean, mais recentes como as Spice Girls ou até hoje em dia os grandes como Rihanna, Taylor Swift ou ainda Justin Bieber. Entretanto, alguns músicos seguem a onda e colaboram com grifes de moda, como é o caso de Rihanna e a River Island, ou lançam suas próprias, com a Abbey Dawn de Avril Lavigne.

E a moda segue sempre a par. Em Londres, Vivienne Westwood teve uma loja que se chamava “Let it Rock” e há até cantores que arriscam incursões no mundo das passereles.